[Resenha Cinematográfica] Cidades de Papel

10 julho 2015
Siiiiim, um dos queridinhos muito do aguardado para ser adaptado nos cinemas finalmente estreou! Cidade de Papel do John Green foi para as telonas para a nossa alegria! Já estávamos acompanhando de pertinho cada trailer ou novidade que saía, por isso tivemos o dever de assistir no lançamento. Já temos disponível a resenha do livro feita pela Suzane Cruz, para que não leu pode conferir aqui. Já eu, Thamires Vicente, não li o livro. Gostaríamos de fazer um post sobre o filme e outro sobre o livro, então me sacrifiquei e não li antes de assistir, logo as minhas impressões sobre o filme são meramente de um espectador. Mas brincadeiras a parte, vamos ao filme!



LIVRE DE SPOILERS -fiquem tranquilos-

John Green além de ser um ótimo escritor ele tem o talento de fazer personagens masculinos fofos. E o Quentin, pode ter certeza, faz parte desse círculo. Um garoto que desde a infância se apaixonou pela sua vizinha e que acreditava em milagres. Acreditava que eles estavam por aí a espera de cada um e de uma forma diferente para cada pessoa. E a Margo, era o seu milagre. -isso é fofo ou não é-

O tempo passou a paixonite de infância não. Se distanciaram até a misteriosa Margo, que fazia seu coração se acelerar aparecer do nada e lhe pede vários favores estranhos, e ele vai, é claro. Margo é tudo o que Quentin não era: impulsiva e aventureira e ele um tanto racional. Era o tipo de garota que gostava de jogos.

Depois dessa fatídica noite Margo some e Quentin se acha no dever de procurá-la, jogar o jogo dela. Os amigos dele que o acompanha nessa empreitada dão o tom de humor ao filme.



É bem legal conhecer os personagens e a história de Margo que os carregam para essa aventura. Margo à parte, essa garota é um enigma que pelo que parece nem ela mesma sabe desvendar, por isso que ela acha que "é preciso se perder para se encontrar". 

Há algumas partes cômicas e outras bem fofas no filme e uma cena em especial que quero que vocês que não assistiram ainda se atentem quando forem ver. Que é esta imagem abaixo.

Como prometido, não darei spoilers. Mas garanto que fez a metade feminina da sessão pular da cadeira. Confesso que fiz literalmente a cara deles. Então, fiquem atentos, hein!

Achei o filme bom, cochichei bastante com a Suzane durante o filme para saber as diferenças entre o filme e o livro. Logo, foram bastante fiéis no geral da história, mudaram pequenos detalhes que não afetam a trama e o final, bem... esse foi um caso a parte e poderá dividir opiniões entre os leitores. Por isso convido vocês a assistirem ao filme. E compartilhar a opinião com a gente.
"Que coisa traiçoeira pensar que uma pessoa é mais que uma pessoa. Margo não era um milagre, não era uma aventureira, era apenas uma garota."
Esse é um quote que resumiria o enredo para mim e que até me fez sentir um pouquinho melhor no fim das contas.

Thamires Vicente
Thamires Vicente, carioca de 22 anos. "PALAVRAS são capazes de causar grandes sofrimentos e por vezes remediá-los"
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8 comentários:

  1. Oi Thamires ^^
    Tb assisti a estreia dessa adaptação e gostei bastante. Comparado a ACEDE, eu prefiro mil vezes Cidades de Papel.
    Achei a adaptação bem fiel ao livro, se a minha memória não estiver tão ruim assim.
    E agora tenho a opinião completamente formada de que a Margo é uma vaca que só pensa em si.
    E o Quentin... Espero que ele evolua. Ter o coração partido é duro e o dele foi, mesmo que isso tenha sido suavizado no filme.
    Enfim, gostei muito dessa adaptação.
    Agora fico na espera de Will & Will e Quem É Você, Alasca? *_*
    Bjs :*

    http://peregrinodanoite.blogspot.com.br

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    1. Oii Bruno!
      É mesmo, você preferiu Cidade de Papel? Eu vi muitos críticos falando a mesma coisa.
      Nossa! Não quis expor a minha opinião sobre a personagem na resenha, mas eu pensei a mesma coisa em relação à ela. No começo do filme eu falei: "-Não gostei dela... por enquanto" e esse por enquanto durou até o fim do filme. Já o Quentin (amor de pessoa) eu acho que esse desapego que ele teve dela no fim foi uma "cura" para ele se libertar e ser ele mesmo como sempre foi.

      E que venham as próximas adaptações para a gente!

      Beijo grande :D

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  2. Ahhhh, e essa cena especial me fez quase gritar hahahaha
    Fiquei muito surpreso. Quase tirei um pedaço do braço do boy ao lado com o susto. kkkk

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    1. Essa cena para mim foi como um presente especial para os leitores que acompanham o John Green. Pegou todo mundo de surpresa, eu dei um pulo pra trás na cadeira. haha

      Obriga por compartilhar com a gente Bruno.

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  3. Comecei a ler o livro essa semana e estou super ansiosa para terminar e correr para o cinema hahah
    Beijos.
    http://umagrande-menina.blogspot.com.br

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    1. Isso, isso Isabela. Leia primeiro e corree para o cinema! haha
      Depois me diz o que achou dele ;)

      Beijão!

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  4. Sobre a >cena especial<: não tinha uma pessoa naquela sala de cinema que não tenha gritado! Assistir filme em estréia é quase impossível... Mas gostei muito, muito mesmo. É o meu livro favorito do Green e acho que me deixou bastante satisfeita.
    Gostei do post :)
    Beijos,
    Adormecidas

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    1. Não tenho o costume de ver na estreia, mas pelo blog tive que assistir assim que saiu, mas foi bem legal. Foi muito legal da parte deles fazerem essa cena com a participação especial, foi uma bela surpresa para os leitores de John Green :D

      Obrigada por comentar Leticia

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