[Resenha Cinematográfica] Alice Através do Espelho

20 junho 2016

Data de lançamento 26 de maio de 2016 (1h 50min)
Direção: James Bobin
Gênero: Fantasia
Sinopse: Alice (Mia Wasikowska) retorna após uma longa viagem pelo mundo, e reencontra a mãe. No casarão de uma grande festa, ela percebe a presença de um espelho mágico. A jovem atravessa o objeto e retorna ao País das Maravilhas, onde descobre que o Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) corre risco de morte após fazer uma descoberta sobre seu passado. Para salvar o amigo, Alice deve conversar com o Tempo (Sacha Baron Cohen) para voltar às vésperas de um evento traumático e mudar o destino do Chapeleiro. Nesta aventura, também descobre um trauma que separou as irmãs Rainha Branca (Anne Hathaway) e Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter).


Quem lembra o final de Alice no País das Maravilhas sabe que ela conseguiu livrar-se de seu casamento arranjado para viajar o mundo à bordo de um navio. Este segundo filme mostra Alice como capitã e finalmente com os pés de volta à terra para visitar a sua mãe. Os problemas do mundo real impôe-se sobre ela, como: a casa de sua mãe que está sendo hipotecada, seu navio que estão querendo vender e seu amigo conhecido ex-pretendente Hamish Ascot.

Até que Alice é guiada por Absolem -como sempre de uma forma peculiar- para o outro lado do espelho que funciona como um portal para o Mundo das Maravilhas. A partir do momento em que há essa transição de cenários, logo sabe-se que estamos no lugar certo novamente, onde tudo parece funcionar de modo peculiar e de cabeça para baixo.



O Chapeleiro Maluco -meu preferido- encontra-se em uma depressão profunda de dar dó, toda a sua alegria e cores foram embora por que ele acredita que a sua família, perdida a tempos, está viva e é  isso que Alice está lá. Para ajudá-lo.

Neste filme reencontramos personagens queridos e conhecemos outros novos loucos. Alice embarca em uma jornada a procura da Cronosfera para viajar no tempo para consertar erros do passado e ajudar o seu amigo. Mas remexer o passado não pode ser tão fácil assim e ela se depara com verdades que nunca foram ditas e erros que parecem ser irreparáveis.


Há  diversas mudanças de cenários -lindos -que só em um filme de Alice poderia ser visto, personagens atípicos como o meu criador de adjetivos favorito, o Chapeleiro. Particularmente houve cenas um tanto agonizantes para mim, como no castelo da rainha vermelha em que aparecem lacraias fluorecentes -nervoso!- e as viagens no tempo que são feitas em um espécie de mar revolto -um pesadelo bem ruim para mim-


No clímax da história me vi como uma das crianças que encheram as salas de cinema, torcendo e cruzando os dedos para que tudo desse certo. Além de ter a querida lembrança do ator Alan Rickman que dublou a lagarta -que agora é borboleta-azul Absolen.

Maravilhosamente encantador. Alice Através do Espelho superou a expectativa ao conseguir levar o espectador mais uma vez para esse mundo de fantasia onde tudo e todos são fora do comum. Dá a impressão de que você pode deitar sua cabeça no travesseiro e imaginar o seu próprio mundo, por que como diria o chapeleiro: "Quem disse que os sonhos não são reais?"


Use sua imaginação e viaje para esse maravilhoso mundo onde tudo é possível! 

"Às vezes, eu penso seis coisas impossíveis antes do café da manhã" 


Thamires Vicente
Thamires Vicente, carioca de 22 anos. "PALAVRAS são capazes de causar grandes sofrimentos e por vezes remediá-los"
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2 comentários:

  1. Oi Suzane!
    Ainda não assisti este filme, mas gostei bastante do primeiro! Principalmente dos efeitos especiais e dos cenários, que estavam fantásticos! Se continuam no mesmo estilo, estão maravilhosos!
    E tem Johnny Depp, né. Adoro ele no papel de Chapeleiro Maluco, ficou muito bom!
    Bjs
    www.blogleituravirtual.com

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    1. Olá Mariana!

      Apesar de eu ter assistido o primeiro filme em 3D e o segundo não, ainda assim eu gostei mais ainda de Alice Através do Espelho. Acredito que essa preferência foi devido eu ter sido realmente surpreendida. Eu não havia lido esse livro antes nem mesmo tinha uma referência do "mundo de Alice" como no primeiro que já havia o filme infantil da Disney que eu assistia desde criança. Logo agradou-me bastante e tenho certeza que irá gostar também.

      O chapeleiro lhe aguarda para mais um chá.

      Beijos,
      Thamires Vicente

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